Velhinho mé de abelha

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Velhinho mé de abelha
Recortado mineiro

Eu quero eu quero, passar pro lado de lá
O sinal esta fechado, não adianta buziná.
Vou afundar o pé na taboa, vou tirar o pé do breque.
Vou indo pra Piranguinho, pra comer pé de moleque.

Eu tenho 60 anos, mais pra mim não tem pareia.
A bateria do velho, nem com reza não arreia.
Não me troco por machinho, que usa brinco na orelha.
Eu como pé de moleque, lá da barraca vermelha.

Eu não sou um garanhão, mas tenho sangue na veia.
Meu apelido na boate, é veinho mé de abelha.
Além de ser bão de cama, ando com carteira cheia.
Quem tiver mulher bonita, esconde que a coisa é fêia.

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Author: Thiago Vilasboas

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